A equipe da Gerência de Fiscalização da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) está trabalhando para identificar os responsáveis pelo despejo irregular de tinta colorida no igarapé do Mestre Chico, na Cachoeirinha, trabalha com a hipótese de que a contaminação seja proveniente de um depósito clandestino de tinta, situado na Rua Itacoatiara, sem número, no mesmo bairro.
Em princípio, três gráficas existentes na área foram consideradas como suspeitas de tingir o manancial, mas até o momento não houve comprovação.
Os três estabelecimentos, entretanto, foram notificados a solicitar o licenciamento ambiental e já entraram com pedidos junto a Semma.
Nesta segunda-feira (10), uma equipe de fiscais foi até o endereço do depósito com o objetivo de identificar os proprietários e verificar as instalações. No entanto, o local estava fechado.“Não só o depósito como também as lojas de material deconstrução, que trabalham com manipulação de tintas, serão visitadaspois estão no raio de abrangência do igarapé”, explica Murilo que comanda a fiscalização.
Segundo ele, o problema pode estar situado numa área que compreende todo o perímetro das avenidas Castelo Branco, Carvalho Leal e ruas adjacentes . “Será um trabalho muito grande e que vai demandar tempo”, ressalta.
De acordo com a assessor de comunicação da Sema, Yusseff Abrahim, a área é coberta por uma grande galeria de esgoto que vai desde a rua Belém até a Ramos Ferreira. “É preciso um estudo mais detalhado para se chegar à causa do problema”, disse.
Por: Valdete Araújo
Em princípio, três gráficas existentes na área foram consideradas como suspeitas de tingir o manancial, mas até o momento não houve comprovação.
Os três estabelecimentos, entretanto, foram notificados a solicitar o licenciamento ambiental e já entraram com pedidos junto a Semma.
Nesta segunda-feira (10), uma equipe de fiscais foi até o endereço do depósito com o objetivo de identificar os proprietários e verificar as instalações. No entanto, o local estava fechado.“Não só o depósito como também as lojas de material deconstrução, que trabalham com manipulação de tintas, serão visitadaspois estão no raio de abrangência do igarapé”, explica Murilo que comanda a fiscalização.
Segundo ele, o problema pode estar situado numa área que compreende todo o perímetro das avenidas Castelo Branco, Carvalho Leal e ruas adjacentes . “Será um trabalho muito grande e que vai demandar tempo”, ressalta.
De acordo com a assessor de comunicação da Sema, Yusseff Abrahim, a área é coberta por uma grande galeria de esgoto que vai desde a rua Belém até a Ramos Ferreira. “É preciso um estudo mais detalhado para se chegar à causa do problema”, disse.
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